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Eleição no Grêmio: Três projetos, uma reconstrução urgente

Candidatos expõem suas visões para recolocar o clube entre os grandes

Publicada em 30/10/25 às 12:20h - 68 visualizações

por Rádio Studio Mix Esportes


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O Grêmio vive um momento decisivo de virada. Após temporadas de resultados aquém das expectativas, a eleição para a presidência do triênio 2026-28 se aproxima com três chapas em disputa: Odorico Roman, Paulo Caleffi e Jorge Bastos. Cada projeto tenta responder à mesma pergunta: como devolver o Grêmio ao topo?
Aqui, levantamos os perfis, as propostas e os desafios do clube — sem tomar partido, mas destacando o que precisa ser resolvido.

Os candidatos e seus perfis

Odorico Roman

  • Economista de formação, com passagens por cargos de gestão no clube — já foi vice de futebol.

  • Apoiador: grupo liderado por empresários ligados ao clube, como Celso Rigo.

  • Projeto: profissionalização com foco estratégico — transformar a gestão, usar dados, governança moderna.

  • Contexto: disputa pela presidência novamente, após já ter lançado candidatura.

Paulo Caleffi

  • Advogado, ex-vice-presidente de futebol do clube no início de 2023.

  • Lançou pré-candidatura com a promessa de estrutura de “gestão de classe mundial”, liderança dos ídolos Danrlei e Maicon nos cargos de futebol.

  • Declara enfase em marketing, receitas, patrocínios exclusivos — criticando o fato de o Grêmio ter mesmos patrocinadores que o rival.

  • Situação recente: processo eleitoral aqueceu, com pedido de impugnação por parte de Odorico Roman.

Jorge Bastos

  • Experiência anterior como dirigente; seu grupo aparece como “renovação com experiência”.

  • Projeto: alinhamento forte entre futebol-base, clube associativo, modernização e identidade. Defende que toda estrutura do clube deve estar a serviço do futebol.

  • Em entrevistas, destacou propostas ligadas à profissionalização, metas claras, estrutura administrativa.

Os problemas do Grêmio que precisam solução — e o que cada um pensa

O Grêmio não precisa apenas de substituição de diretoria: precisa de reconstrução. A seguir, alguns dos gargalos e como os candidatos abordam isso.

1. Resultados esportivos e visão de futebol

O clube ha décadas espera voltar a disputar títulos com regularidade.

  • Jorge Bastos afirma: “Temos um modelo a ser seguido” no futebol, fala de jogador com intensidade, passe preciso.

  • Odorico Roman aposta em contratar CEO internacional para o futebol (segundo divulgação anterior ao meu resumo) — visão global.

  • Paulo Caleffi quer que ídolos assumam cargos dentro do futebol (Danrlei, Maicon), sugerindo estrutura e cultura de clube vencedor.

2. Gestão financeira, receitas e estrutura de clube

O Grêmio tem patrimônio (arena, marca, torcida), mas os recursos precisam gerar retorno e ser bem geridos.

  • Caleffi critica patrocínios compartilhados com rival, e quer receitas exclusivas.

  • Bastos fala em transformar a Arena em fonte de receita permanente, medir desempenho de executivos.

  • Roman fala em governança, análise de dados e repensar o ativo Arena como alavanca.

3. Base, revelação, futebol feminino e continuidade

Hoje há necessidade de não apenas fazer “um time” mas construir ciclo, formar, revelar.

  • Bastos: “Nossa categoria de base merece um projeto perene” (referência ao que disse)

  • Caleffi: foco em departamento de futebol com ídolos e grandes nomes para replicar o sucesso.

  • Roman: inclusão de revelar jogadores, contratar com convicção, não por tentativa e erro — conforme seu discurso público.

4. Identidade, torcida e o clube associativo

O Grêmio é clube de massa, com sócios, torcedores apaixonados. A nova gestão precisa pensar isso.

  • Bastos enfatiza que “o presidente precisa estar presente e dialogar com o sócio…”.

  • Roman repete que o clube “é valor e sentido de vida”.

  • Caleffi coloca o associado e torcedor no centro da reconstrução, mas também fala de receitas — o desafio é que a paixão não fique em segundo plano.

5. Transparência, governança e futuro sustentável

Não basta ganhar um título: a sustentabilidade importa.

  • Roman destaca necessidade de “decisões maduras” e equilíbrio entre pressão da arquibancada e serenidade do gestor.

  • Caleffi fala em gestão empresarial, uso de profissionais de mercado.

  • Bastos alerta sobre depender de único investidor (SAF informal), propondo alternativas de capitalização.

Conclusão

A próxima gestão do Grêmio precisa coalizar paixão e competência. Seja qual for o eleito, o clube enfrentará desafios gigantes: reconstruir o futebol, profissionalizar a casa, valorizar torcedor e sócio, gerar receitas, usar seus ativos, formar atletas, modernizar.

As três chapas trazem visões distintas e complementares:

  • Odorico Roman aposta na estrutura de governança e no salto de patamar.

  • Paulo Caleffi foca em marketing, receitas e envolvimento de ídolos.

  • Jorge Bastos aposta em identidade + modernização + estrutura de base.

Para o torcedor, resta acompanhar os debates, as propostas, ver quem apresenta metas claras, cronograma, responsáveis credenciados — e quem demonstra respeito pela essência gremista. O Grêmio não precisa só de promessas: precisa de ações.

E você, gremista, o que mais espera da nova gestão?

Quadros comparativos

Critério Odorico Roman Paulo Caleffi Jorge Bastos
Formação / experiência Gestão esportiva, ex-vice de futebol, estrutura de clube conhecido Advogado + vice de futebol recentemente; ênfase em gestão empresarial Dirigente histórico, experiência anterior, grupo de renovação
Proposta chave Profissionalização, gestão moderna, dados, governança Gestão tipo “empresa de classe mundial”, ídolos envolvidos, foco receitas/patrocínio Identidade + modernização, futebol como eixo, base forte, clube conectado ao torcedor
Destaques específicos Vista sobre governança, ativo Arena como plataforma estratégica Ídolos assumindo cargos, mudança de patrocínios, receitas exclusivas Planejamento com metas, controladoria, programa de base, modelo próprio de SAF/recursos
Desafio principal para o clube que aponta Fazer o Grêmio voltar a ganhar, retomar protagonismo, estruturar todo o clube Aumentar receitas, mudar mentalidade de clube-amador, profissionalizar todas as áreas Reorganizar estrutura, restabelecer identidade, unir sócios e torcida, melhorar desempenho financeiro
Observações recentes Entrou oficialmente na disputa, apresentou chapa de apoio. Pré-candidatura forte, mas enfrenta impugnação e retirada de parte do cenário eleitoral. Entra como “terceira via” com discurso de equilíbrio, usou entrevistas para detalhar propostas.
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